1.1.10

O artigo e o que revela

Abaixo, um trecho que se destaca no artigo do respeitável César Benjamin. É importante ler o que vem depois; se já tiver lido o artigo, pule-o.

"Lula puxou conversa: "Você esteve preso, não é Cesinha?" "Estive." "Quanto tempo?" "Alguns anos...", desconversei (raramente falo nesse assunto). Lula continuou: "Eu não aguentaria. Não vivo sem boceta".

Para comprovar essa afirmação, passou a narrar com fluência como havia tentado subjugar outro preso nos 30 dias em que ficara detido. Chamava-o de "menino do MEP", em referência a uma organização de esquerda que já deixou de existir. Ficara surpreso com a resistência do "menino", que frustrara a investida com cotoveladas e socos.

Foi um dos momentos mais kafkianos que vivi. Enquanto ouvia a narrativa do nosso candidato, eu relembrava as vezes em que poderia ter sido, digamos assim, o "menino do MEP" nas mãos de criminosos comuns considerados perigosos, condenados a penas longas, que, não obstante essas condições, sempre me respeitaram."


O texto, se verdadeiro (e não há por que supor que não seja), formenta a suspeita pessoal que eu venho tendo: de que Lula seja psicopata, ao menos em algum grau. Como bem sabem os psiquiatras, que podem explicar muito melhor do que a minha pessoa, um traço característico dos psicopatas é relatar seus feitos aos outros sem arrependimento algum (os psicopatas são incapazes de sentir compaixão). Foi precisamente isto o que fez Lula naquele jantar. Não sentia remorsos ou culpa e contou entretidamente o que fez, além de relatar que não compreendia a resistência do estuprado (os psicopatas não têm empatia, ou seja, não sentem eles próprios uma parte do sofrimento do próximo, como sentimos nós outros; veem as outras pessoas como objetos e absoluta e rigorosamente não se importam com os sentimentos delas). E esse episódio coroa uma longa lista de pistas que me fazem ver Lula como um psicopata (pistas que remontam ao passado dele como sindicalista), embora eu jamais possa vir a saber com certeza indubitável.

Como não há provas inquestionáveis de que Lula cometeu o estupro, a imprensa fez pouca cobertura sobre o assunto. E está certa; não deveria, com esse nível de evidências. Lula e seus assessores, calculadamente, quase não reagiram ao artigo; simplesmente chamaram de loucura e, vejam só, coisa de psicopata, e deixaram para lá. Se processassem o articulista ou fizessem algo nesse nível, mais detalhes viriam à tona e a imprensa teria o dever de noticiar o caso, e a população seria informada do relato. A assessoria permaneceu em silêncio para que a imprensa permanecesse em silêncio.

No entanto, se o artigo fosse totalmente mentiroso, não tendo qualquer fundamento na realidade, Lula poderia processar o caluniador sem sequelas; como Benjamin não teria qualquer prova, o caso só seria noticiado em pequenas notas na imprensa e não teria grande relevância. Assim sendo, na hipótese de que o artigo é falso, a reação da assessoria é bastante estranha.

Não obstante, com as evidências que há em favor da veracidade do artigo é muito difícil crer que não seja verdadeiro, e este blog tem o objetivo de divulgá-lo ao máximo, PARA QUE A POPULAÇÃO SEJA INFORMADA do que fez Lula. Um objetivo quixotesco, é verdade, mas não deixará de dar uma modesta contribuição aos brasileiros.

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